Vinho Verde
Brancos frescos e vivos, do noroeste atlântico.
Imagem ilustrativa gerada por IA.
Uma das maiores regiões demarcadas do país, ocupa quase todo o Minho e parte do Douro Litoral. O nome não tem nada a ver com a cor: "verde" refere-se a vinhos jovens, de acidez alta, nascidos numa paisagem muito verde e chuvosa. Há Vinho Verde branco, tinto, rosé e espumante.
Terroir
Vales abertos ao Atlântico, com muita chuva e solos graníticos. As vinhas antigas eram conduzidas em ramadas e uveiras, no alto, para deixar o chão livre para outras culturas; hoje predominam as vinhas em cordão.
Estilos
- Branco jovem e leve, por vezes com agulha
- Alvarinho de Monção e Melgaço, mais estruturado
- Loureiro aromático do vale do Lima
- Tinto Vinhão, escuro e ácido
- Espumante
Sabia que…
- A região foi demarcada em 1908.
- O Vinhão é das poucas castas tintas com polpa corada.
As uvas de Vinho Verde
Alvarinho
O branco de Monção e Melgaço: aromático, estruturado e longevo.
Loureiro
Floral e leve, a casta do vale do Lima.
Arinto
Acidez cortante e vocação para envelhecer: a casta de Bucelas.
Avesso
O Vinho Verde mais encorpado do sul da região, em Baião.
Trajadura
Casta de lote do Vinho Verde, que dá corpo e fruta.
Azal
Branca muito ácida do interior do Minho.
Alguns nomes a conhecer
Uma pequena seleção de casas conhecidas da região, sem ordem de preferência. Não recebemos nada por estas menções.
Aveleda ↗
Casa histórica de Penafiel, na sub-região do Sousa.
Soalheiro ↗
Alvarinho de Melgaço.
Anselmo Mendes ↗
Alvarinho de Monção e Melgaço.
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